" Não trago do mundo, Senhor,nenhuma oferenda para a tua grandeza! Não possuo senão o coração, exausto de sentir e bater, como um vaso de iniqüidades. Mas, no dia em que te lembrares do misero pecador que te contempla no teu doce mistério como lâmpada de luz eterna, em torno da qual bailam os sóis como pirilampos acesos dentro da noite, fecha os Teus olhos misericordiosos para as minhas fraquezas e deixa cair neste vaso imundo uma raiz de açucenas. Então, Senhor, como já puseste lume nos meus olhos que ainda choram, plantarás o lírio da paz no meu coração que ainda sofre e ainda ama."- Do livro: "Crônicas de Além-Túmulo", Psicografado por Francisco Cândido Xavier.

