Não acho que conseguirei abandonar este sótão que criei para mim. É aqui que guardo O que ninguém vê, o que ninguém sente só em me olhar. É aqui que cultivo, pacientemente impaciente, a (ir) racionalidade que me pertence, porque é ela que me permite estar viva para o mundo. E aqui que eu, raras vezes, falo da sublimidade e da dor que me afloram vez ou outra. E aqui que me sinto integralmente. Estes segredos fazem parte da minha essência.
Eu estou sempre em débito com os meus fantasmas e os meus demônios. São os mais exigentes que conheço. (João Antônio)
domingo, 24 de agosto de 2014
Não acho que conseguirei abandonar este sótão que criei para mim. É aqui que guardo O que ninguém vê, o que ninguém sente só em me olhar. É aqui que cultivo, pacientemente impaciente, a (ir) racionalidade que me pertence, porque é ela que me permite estar viva para o mundo. E aqui que eu, raras vezes, falo da sublimidade e da dor que me afloram vez ou outra. E aqui que me sinto integralmente. Estes segredos fazem parte da minha essência.
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