É como se ela fosse parte daquele
corpo. Nunca havia sentido duas peças se juntarem tão perfeitamente
como naquele abraço. Ela sentia aquele coração batendo tão
perfeitamente, sentia-se quase plena, como se aquele peito estivesse
ali apenas para ela, projetado para apoiar o seu rosto menino. Não
havia mais chuva, nem trovões, não havia erros...apenas os dois
ali. Ele, como quem cuida e ama, ela, como quem ama e ama...e ama. O
som do coração do menino era sua música...era ali que ela
morava...sentia sua casa, sua cama...sentia-se novamente, por longos
cinco minutos, que estarão no seu guarda-sonhos, como todos os
outros momentos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Desatado por Complexus