sábado, 9 de junho de 2012

Do despir-me de mim mesma

Sai desse pouso, sai desse canto, sai desse leito. Deixa eu tocar o teu peito, sentir o teu jeito, arrancar de dentro de ti essa opressão que tenta sugar a seiva do teu corpo vital. Vem! Cuido-te com calma. Dês a ti o direito de ser livre e feliz. O amor? O amor cura tudo: os males do corpo e os males da alma. Depois? Depois tu voltas. E eu? Volto contigo.

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